CONSELHOS ÚTEIS

Regras e cuidados a ter em conta com o cartão de débito (Multicaixa)

Cartão

  • Guarde sempre o cartão num local seguro, de forma que não fique visível e que não seja de fácil acesso a terceiros;

  • Mantenha o cartão em perfeitas condições e evite colocá-lo junto a materiais metálicos, que poderão danificar as informações gravadas na banda magnética, dificultando a sua utilização;

  • Quando terminar o prazo de validade do cartão, deve destrui-lo antes de o deitar fora (banda magnética)

  • O valor máximo de levantamento diário na rede nacional do Caixa Automático é de 40.000.00 Kwanzas;

 

Código Pin

  • Memorize o código secreto. Não o escreva junto do seu cartão nem em documentos que transporte habitualmente consigo;

  • O código secreto é pessoal e intransmissível. Destrua o envelope com o código secreto, depois de o memorizar. Não o divulgue, seja em que circunstância for (nem mesmo a alguém que afirme ser funcionário do banco ou da polícia - em caso algum os funcionários destas instituições lhe poderão pedir esta informação);

  • Altere regularmente o código secreto;

  • Na escolha do código secreto, não utilize conjugações de 4 dígitos de fácil apropriação (por exemplo, o ano de nascimento ou o dia e mês de aniversário).

Em caso de roubo, perda ou extravio do cartão:

  • Avise de imediato, e pelo meio mais rápido ao seu dispor, a entidade emissora do cartão, através dos números indicados para esse efeito, ou a EMIS, através dos números: 222 641840/49 (ao realizar a chamada tenha sempre presente o número do cartão extraviado, ou o IBAN da conta que suporta o cartão extraviado);

5 razões para poupar

Poupar para gastar melhor

Ao poupar na compra de bens de carácter supérfluo, estará a amealhar, para o futuro, poder aplicar o dinheiro de forma mais prudente, como é o caso de um carro novo, numa casa dou numas férias de sonho. Portanto, sempre que resolver despender quantias elevadas de dinheiro em bens minoritários, lembre-se que muito mais conseguirá adquirir ao prescindir deles.

 

Segurança para o futuro

Ter dinheiro colocado de parte representa sempre a certeza de que, caso um imprevisto aconteça, poderemos sempre recorrer a um pequeno auxílio financeiro que nos poderá ajudar a sair de muitas situações desagradáveis.

 

Proporcionar garantias à sua família

Se tem filhos então mais uma boa razão para poupar. Não só dinheiro extra que conseguir poupar poderá ajudar a pagar a formação dos seus filhos, como também evitar ficarem totalmente desamparados caso algo de inesperado lhes aconteça. Esta é uma das razões mais importantes pela qual deverá sempre levar a sério a poupança de dinheiro.

 

Investir num negócio ou colocar o dinheiro a render

Ao colocar algum dinheiro de lado poderá, quem sabe no futuro ter a oportunidade de o colocar a render, originando assim a possibilidade de aumentar a sua renda mensal e consequentemente a sua qualidade de vida.

 

Estabilidade Emocional

Colocar o dinheiro de parte é também ter a consciência de uma maior segurança económica, caso algo de inesperado lhe aconteça. Tal poderá ajudar a evitar muitas depressões que têm geralmente como causa diversos problemas financeiros. Ao poupar, estará a contribuir para um melhor estilo de vida, não só económico como também pessoal.

Saber utilizar o Crédito

 

Quando se fala em crédito deve-se ter em conta os seguintes elementos:

Finalidade, prazo, preço, montante, risco e garantias. Estes elementos estão dependentes uns dos outros e a sua análise é de extrema importância para actividade dos bancos. Cabe a cada cliente informar-se junto a instituição de crédito, de modo a obter as condições que considere mais vantajosas.

Gerir dívidas:

Os devedores que estejam com dificuldades em pagar as prestações dos seus créditos, ou seja, em risco de incumprimento, devem analisar as alternativas disponíveis e actuar rapidamente para impedir ou ultrapassar essa situação.

É essencial não adiar a procura de uma solução para o problema. Os devedores com prestações em atraso ficam sujeitos ao pagamento de juros de mora e outros encargos e podem ver os seus bem penhorados.

 

Por onde começar:

Numerar todos os créditos existentes;

Reavaliar o orçamento mensal e ponderar alternativas. Poderá ser possível cortar algumas despesas para reequilibrar o orçamento;

 

  • Se, depois de reavaliado o orçamento familiar, o devedor continuar com dificuldades em pagar as prestações dos créditos:

A situação deverá ser exposta à instituição de crédito para se analisarem em conjunto possíveis alternativas.

A instituição de crédito poderá estar disponível para alterar as condições do crédito, de modo a reduzir os encargos mensais.

Pode também avaliar-se a possibilidade de consolidação de vários empréstimos num único.

Para a renegociação do contrato de crédito é fundamental o devedor disponibilizar informação completa e verdadeira sobre a sua situação financeira e circunstância pessoais, como por exemplo, se ficou desempregado ou se entrou num processo de divórcio.

 

Recorrer a créditos pessoais para pagar outros créditos não deve ser alternativa. Pode permitir pagar prestações em atraso, mas as dívidas aumentam e, muitas vezes, as taxas de juro destes novos empréstimos ainda são mais elevadas, gerando o que se chama de efeito de “Bola de Neve”, agravando a situação.

 

 
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